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Relacionamentos amorosos e psicoterapia: como funciona?

  • raissavcbueno
  • 31 de ago. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 30 de out. de 2023

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Relacionamentos amorosos costumam ser, em tese, uma jornada emocionante e desafiadora, permeados por uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Inicia-se a partir da atração inicial, até a construção da intimidade, a superação de obstáculos, e resolução de conflitos, por exemplo. A compreensão da complexidade desses vínculos pode ajudar a fortalecer e nutrir relacionamentos saudáveis e gratificantes ao longo do tempo.


Entretanto, nem sempre a jornada transcorre de maneira tranquila, e como problemas, podemos citar a comunicação inadequada (que pode levar a mal-entendidos, conflitos e ressentimentos); os conflitos constantes/discussões frequentes; a falta de intimidade e conexão (ou diminuição dela); a infidelidade (que pode abalar profundamente uma relação); os problemas de compatibilidade (diferenças significativas em valores


, metas e interesses); desafios na criação de filhos; mudanças de vida e estresse; vinculação de dependência; entre outros.


Há ainda as questões individuais, a dificuldade em entrar em relacionamentos, em relacionar-se, superar um relacionamento antigo ou mesmo um relacionamento que tenha sido sofrido/abusivo, a insegurança, o ciúme, e a baixa estima, por exemplo.

A psicoterapia pode ser uma ferramenta de amparo a qualquer um desses processos, contudo, é importante entender que o autoconhecimento vai ser a característica principal deste trabalho. Para tanto, implica um processo colaborativo entre o indivíduo e o psicoterapeuta.


Ao longo das sessões, vai ser necessário dar passos como: identificação do problema (e possivelmente definição de objetivos); explorar o autoconhecimento (quais situações, crenças e experiências ficaram guardadas no inconsciente ao longo da história de vida do indivíduo, e como elas se relacionam com o seu dia a dia, por exemplo). A partir disso, à depender do problema, trabalha-se a causa, e então a solução (que pode ou não ser desenvolvida de maneira rápida).


O processo psicoterapêutico é único para cara indivíduo, e pode variar com base nas necessidades e metas específicas. No entanto, é necessário que o indivíduo se comprometa com o processo, e, desta forma, o autoconhecimento é inevitável.

Podemos dizer ainda, que o autoconhecimento é a chave para o progresso de um relacionamento amoroso, uma vez que é nos conhecendo que aprendemos a validar nossos sentimentos e passar ao outro, bem como, trabalhar a comunicação a dois e a compreensão mútua.

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